História A · 10.º ano · Ano letivo 2026/2027
| Domínios / Ponderação | Objetivos de aprendizagem | Instrumentos de avaliação |
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| INTERPRETAÇÃO DE FONTES HISTÓRICAS DIVERSAS E COMPREENSÃO CONTEXTUALIZADA DAS REALIDADES HISTÓRICAS70% | O modelo ateniense Demonstrar que a polis ateniense se constituiu como um centro politicamente autónomo onde se desenvolveram formas restritas de participação democrática. O modelo romano Justificar a extensão do direito de cidadania romana enquanto processo de integração; Distinguir formas de organização do espaço nas cidades do Império tendo em conta as suas funções cívicas, políticas e culturais; Analisar a relevância do legado político e cultural clássico para a civilização ocidental, nomeadamente ao nível da administração, da língua, do direito, do urbanismo, da arte e da literatura; Distinguir os instrumentos de aculturação usados no processo de romanização da Península Ibérica; Identificar/aplicar os conceitos: urbe; império; cidadão; Direito; urbanismo; romanização; civilização; época clássica. O espaço português Reconhecer o cristianismo como matriz identitária europeia; Analisar a extensão da rutura verificada na passagem da realidade imperial romana para a fragmentada realidade medieval, mais circunscrita ao local e ao regional; Compreender que o senhorio constituía a realidade organizadora da vida económica e social do mundo rural, caracterizando as formas de dominação que espoletava; Contextualizar a autonomização e independência de Portugal no movimento de expansão demográfica, económica, social e religiosa europeia; Demonstrar a especificidade da sociedade portuguesa concelhia, distinguindo a diversidade de estatutos sociais e as modalidades de relacionamento com o poder régio e os poderes senhoriais; Enquadrar os privilégios e as imunidades no exercício do poder senhorial; Interpretar a afirmação do poder régio em Portugal como elemento estruturante da coesão interna e de independência do país; O alargamento do conhecimento do mundo Reconhecer o papel dos portugueses na abertura europeia ao mundo e a sua contribuição para a síntese renascentista; Demonstrar que o império português foi o primeiro poder global naval; Reconhecer que o contributo português se baseou na inovação técnica e na observação e descrição da natureza, abrindo caminho ao desenvolvimento da ciência moderna; Demonstrar que as novas rotas de comércio intercontinental promoveram a circulação de pessoas e produtos, influenciando os hábitos culturais à escala global; Reconhecer que a prosperidade das potências imperiais se ficou também a dever ao tráfico de seres humanos, principalmente de África para as plantações das Américas; Identificar/aplicar os conceitos: navegação astronómica; cartografia; experiencialismo; globalização. A reinvenção das formas artísticas Identificar na produção cultural renascentista europeia e portuguesa as heranças da Antiguidade Clássica assim como as continuidades e ruturas com o período medieval; Reconhecer a retoma renascentista da conceção antropocêntrica e da perspetiva matemática no urbanismo, na arquitetura e na pintura; Analisar a expressão naturalista na pintura e na escultura; Problematizar a produção artística em Portugal: do gótico manuelino à afirmação das novas tendências renascentistas; Desenvolver a sensibilidade estética, através da identificação e da apreciação de manifestações artísticas e/ou literárias do período renascentista; Identificar/aplicar os conceitos: Renascimento; humanista; antropocentrismo; classicismo; naturalismo; perspetiva; Manuelino. A renovação espiritual e religiosa Interpretar a reforma protestante como movimento de humanização e individualização das crenças e a contrarreforma católica enquanto resposta aquela; Caracterizar as principais igrejas reformadas; Avaliar o impacto da reforma católica na sociedade portuguesa; Identificar/aplicar os conceitos: Reforma; contrarreforma; heresia; dogma; sacramento; inquisição; época moderna; identidade. |
• Testes (diagnóstico, formativos e sumativos); • Fichas de trabalho; • Formulários, Questionários ouQuizzes. • Questões-aula; • Interação oral; • Comentário crítico; • Trabalhos de pesquisa; • Grelhas de observação e de registo; • Fichas de autoavaliação […]. |
| COMUNICAÇÃO EM HISTÓRIA: NARRATIVA HISTÓRICA20% | • Utilizar, com progressiva segurança, conceitos operatórios e metodológicos da disciplina de História; •Elaborar e comunicar, com correção linguística e de forma criativa, sínteses de assuntos estudados; • Desenvolver a capacidade de reflexão, a sensibilidade e o juízo crítico; •Discutir conceitos ou factos numa perspetiva disciplinar e interdisciplinar, incluindo conhecimento disciplinar histórico, de forma progressivamente autónoma; •Mobilizar o conhecimento adquirido, aplicando-o em diferentes contextos históricos para fundamentar opiniões e intervir de forma assertiva. |
• Questões-aula; • Interação e argumentação oral; • Sentido de espírito crítico; • Trabalhos de pesquisa; • Grelhas de observação e de registo […]. |
| ATITUDES AO SERVIÇO DA APRENDIZAGEM10% | •Desenvolver a autonomia pessoal e a clarificação de um sistema de valores, numa perspetiva humanista; •Manifestar abertura à dimensão intercultural das sociedades contemporâneas; • Desenvolver a consciência da cidadania e da necessidade de intervenção crítica em diversos contextos e espaços; •Assumir a responsabilidade pelo seu desempenho escolar; • Realizar as tarefas propostas, nos prazos definidos, em sala de aula e/ou em casa; • Demostrarempenho, interesse e persistência; • Colaborar e cooperar com espírito de partilha e entreajuda; • Promover o respeito pela diferença, reconhecendo e valorizando a diversidade: étnica, ideológica, cultural, sexual; • Valorizar a dignidade humana e os direitos humanos, promovendo a diversidade, as interações entre diferentes culturas, a justiça, a igualdade e equidade no cumprimento das leis. |
• Grelhas de observação e de registo; • Fichas de autoavaliação. |