Critérios de Avaliação

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Critérios da disciplina Cursos Científico-Humanísticos

História da Cultura e das Artes · 11.º ano · Ano letivo 2026/2027

Domínios / PonderaçãoObjetivos de aprendizagemInstrumentos de avaliação
Interpretação de fontes históricas diversas e de obras artísticas para a construção da evidência histórica30% Compreender a existência de grandes ruturas culturais e estéticas dos séculos XX e XXI, como ponto de partida para a própria abordagem da disciplina.
Reconhecer casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Compreender a diversidade dos modos de expressão artística das diferentes culturas e o seu papel na construção da(s) identidade(s) cultural(ais).

Avaliar o significado do Tratado de Utrecht para a nova geografia e conjuntura histórica e cultural da Europa.
Compreender o papel de Luís XIV na construção do cerimonial da Corte de Versalhes, enquanto expressão da hegemonia da França, exercício do poder autocrático do rei e modelo para a Europa da Corte.
Reconhecer os muitos palcos da cultura europeia: Corte, Igreja, Academia, Teatro, Ópera e espetáculos efémeros.
Compreender que o Barroco deve ser entendido mais como um gosto do que como um estilo, sublinhando a forma como utilizava a sedução dos sentidos e a teatralidade.
Identificar características da arquitetura e da escultura barrocas, ressaltando, na escultura, o dinamismo, a abertura da composição e a exacerbação do expressionismo.
Relacionar a construção do Real Edifício de Mafra, expoente da arquitetura barroca, com a materialização da noção do poder régio absoluto
Avaliar a importância da luz na pintura barroca, assim como outros aspetos que a caracterizam.
Caracterizar o Barroco em Portugal e em Espanha, designadamente nos domínios portugueses e espanhóis, analisando o papel da aculturação e da miscigenação e os contributos do Brasil.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Analisar o contributo cultural e artístico do ambiente de salão, ressaltando o papel dinamizador da mulher culta.
Distinguir a importância dos filósofos iluministas enquanto influenciadores do pensamento e da ação, a partir da biografia de Jean Jacques Rousseau, bem como as repercussões políticas e educativas da sua obra.
Reconhecer o impacto da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e os novos valores de liberdade, igualdade e fraternidade.
Explicar de que modo se impôs a estética do Iluminismo.
Reconhecer o papel que o Rococó, marcado pela tolerância, irreverência e intimidade, teve no processo de desestruturação do Barroco.
Analisar o projeto de reconstrução da Baixa Pombalina, enquanto expoente do racionalismo iluminista na organização do espaço urbano.
Reconhecer no Neoclassicismo o triunfo das conceções iluministas e um desejo de «regresso à ordem» clássica, expresso em princípios de moderação, equilíbrio e idealismo, identificando alguns contributos do Neoclassicismo em Portugal.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Analisar o contributo do ferro e do progresso técnico e tecnológico, associados à Revolução Industrial e à Revolução dos Transportes, para as transformações sociais e culturais.
Compreender a obra do engenheiro Gustave Eiffel e o seu significado na transformação da arquitetura deste período.
Reconhecer a Gare como local simbólico da cidade oitocentista, dinamizador do espaço urbano e ponto de confluência de gentes e ideias.
Compreender o recuo dos saberes tradicionais neste contexto de progresso técnico, a apologia da máquina e o desenvolvimento das indústrias.
Compreender, nesta conjuntura de rutura, a sedução que o passado mitificado da Idade Média exerceu sobre os românticos, conduzindo ao aparecimento das arquiteturas revivalistas.
Localizar as origens do Romantismo: França, Alemanha e Inglaterra.
Analisar a pintura romântica – o triunfo das emoções e, da exaltação do «eu» à «arte pela arte» – explicando a sua evolução em Portugal.
Contextualizar o Realismo e o Impressionismo, relacionando-os com uma recusa do Romantismo e com novas formas de apropriação do real, influenciadas, entre outras realidades, pelo advento da fotografia.
Identificar especificidades da pintura e da escultura em Portugal no século XIX. Compreender a rutura com o passado provocada pela arquitetura do ferro e pela Arte Nova, ressaltando as principais características de ambas e reconhecendo a importância dessas expressões em Portugal.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Avaliar os impactos das influências mútuas entre a Europa e a América do Norte, reconhecendo os primeiros anos do século XX como tempos de grandes ruturas políticas, económicas, sociais, culturais e artísticas.
Reconhecer o significado do aparecimento do cinema como uma nova linguagem artística.
Reconhecer na ação de Charles Chaplin a afirmação da mímica sobre a palavra e a criação de um ícone do cinema: o vagabundo e a crítica social.
Relacionar o recuo da morte e do aumento da qualidade de vida com os avanços tecnológicos e
da medicina, com a higiene e com uma maior preocupação com a ocupação de tempos livres.
Reconhecer o Fauvismo, o Expressionismo e o Dadaísmo como movimentos de criação artística e de provocação.
Identificar caminhos da abstração formal: Cubismo, Futurismo e movimentos subsequentes, explicando de que modo a arte abstrata pode ser democrática: Arte Informal, Abstração Geométrica e Expressionismo
Abstrato.
Analisar o período entre guerras: da Arte Degenerada à arte oficial dos regimes totalitários.
Explicar o regresso ao mundo visível: realismo figurativo, realismo crítico, assemblage e arte expressiva.
Relacionar arte e função: a arquitetura e o design, ressaltando a importância das novas técnicas.
Contextualizar os rumos seguidos pelas expressões artísticas portuguesas até aos anos 1960: pintura, escultura e arquitetura.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Avaliar o impacto das transformações geopolíticas e culturais do mundo contemporâneo na construção de novas identidades.
Analisar as atividades humanas reguladas pela tecnologia, pela publicidade, pelo consumo e pela omnipresença dos modismos e do efémero, contextualizando-as nos fenómenos da globalização do mundo contemporâneo.
Compreender as telecomunicações, nomeadamente a Internet, como meios de massificação, divulgação e receção do conhecimento.
Reconhecer a importância da arte enquanto processo, analisando a utilização da publicidade e da vida quotidiana como meios de expressão, e contextualizando a Pop Art como um movimento iconoclasta.
Reconhecer na Op Art e na Arte Cinética a expressão e materialização dos movimentos, gestos e objetos do quotidiano.
Compreender a Arte Acontecimento: da action painting ao happening e à performance. Distinguir alguns polos da criação contemporânea, como a Minimal Art, a Arte Conceptual e o Hiper Realismo.
Identificar algumas vias de expressão da arte portuguesa contemporânea.
Analisar as vivências do aluno na sociedade atual, elaborando a sua história de vida, enquanto ser crítico, agente criativo e cidadão participativo
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Grelhas de observação:
1. Intervenções orais e escritas
- Participação ativa, atenta e pertinente
- Aplicação e utilização correta dos conceitos e vocabulário
2. Apresentações:
- Interpretar documentos
- Identificar e analisar conteúdos temáticos
- Comunicar e compreender os sistemas simbólicos das diferentes linguagens artísticas
3. Comportamento e atitudes:
- Assiduidade e pontualidade
- Autonomia e responsabilidade
- Cooperação e participação construtiva
-Motivação e empenho nas atividades.

(Transversais a todos os módulos)
Compreensão contextualizada das realidades históricas e artísticas30% Compreender a existência de grandes ruturas culturais e estéticas dos séculos XX e XXI, como ponto de partida para a própria abordagem da disciplina.
Reconhecer casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Compreender a diversidade dos modos de expressão artística das diferentes culturas e o seu papel na construção da(s) identidade(s) cultural(ais).

Avaliar o significado do Tratado de Utrecht para a nova geografia e conjuntura histórica e cultural da Europa.
Compreender o papel de Luís XIV na construção do cerimonial da Corte de Versalhes, enquanto expressão da hegemonia da França, exercício do poder autocrático do rei e modelo para a Europa da Corte.
Reconhecer os muitos palcos da cultura europeia: Corte, Igreja, Academia, Teatro, Ópera e espetáculos efémeros.
Compreender que o Barroco deve ser entendido mais como um gosto do que como um estilo, sublinhando a forma como utilizava a sedução dos sentidos e a teatralidade.
Identificar características da arquitetura e da escultura barrocas, ressaltando, na escultura, o dinamismo, a abertura da composição e a exacerbação do expressionismo.
Relacionar a construção do Real Edifício de Mafra, expoente da arquitetura barroca, com a materialização da noção do poder régio absoluto
Avaliar a importância da luz na pintura barroca, assim como outros aspetos que a caracterizam.
Caracterizar o Barroco em Portugal e em Espanha, designadamente nos domínios portugueses e espanhóis, analisando o papel da aculturação e da miscigenação e os contributos do Brasil.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Analisar o contributo cultural e artístico do ambiente de salão, ressaltando o papel dinamizador da mulher culta.
Distinguir a importância dos filósofos iluministas enquanto influenciadores do pensamento e da ação, a partir da biografia de Jean Jacques Rousseau, bem como as repercussões políticas e educativas da sua obra.
Reconhecer o impacto da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e os novos valores de liberdade, igualdade e fraternidade.
Explicar de que modo se impôs a estética do Iluminismo.
Reconhecer o papel que o Rococó, marcado pela tolerância, irreverência e intimidade, teve no processo de desestruturação do Barroco.
Analisar o projeto de reconstrução da Baixa Pombalina, enquanto expoente do racionalismo iluminista na organização do espaço urbano.
Reconhecer no Neoclassicismo o triunfo das conceções iluministas e um desejo de «regresso à ordem» clássica, expresso em princípios de moderação, equilíbrio e idealismo, identificando alguns contributos do Neoclassicismo em Portugal.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Analisar o contributo do ferro e do progresso técnico e tecnológico, associados à Revolução Industrial e à Revolução dos Transportes, para as transformações sociais e culturais.
Compreender a obra do engenheiro Gustave Eiffel e o seu significado na transformação da arquitetura deste período.
Reconhecer a Gare como local simbólico da cidade oitocentista, dinamizador do espaço urbano e ponto de confluência de gentes e ideias.
Compreender o recuo dos saberes tradicionais neste contexto de progresso técnico, a apologia da máquina e o desenvolvimento das indústrias.
Compreender, nesta conjuntura de rutura, a sedução que o passado mitificado da Idade Média exerceu sobre os românticos, conduzindo ao aparecimento das arquiteturas revivalistas.
Localizar as origens do Romantismo: França, Alemanha e Inglaterra.
Analisar a pintura romântica – o triunfo das emoções e, da exaltação do «eu» à «arte pela arte» – explicando a sua evolução em Portugal.
Contextualizar o Realismo e o Impressionismo, relacionando-os com uma recusa do Romantismo e com novas formas de apropriação do real, influenciadas, entre outras realidades, pelo advento da fotografia.
Identificar especificidades da pintura e da escultura em Portugal no século XIX. Compreender a rutura com o passado provocada pela arquitetura do ferro e pela Arte Nova, ressaltando as principais características de ambas e reconhecendo a importância dessas expressões em Portugal.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Avaliar os impactos das influências mútuas entre a Europa e a América do Norte, reconhecendo os primeiros anos do século XX como tempos de grandes ruturas políticas, económicas, sociais, culturais e artísticas.
Reconhecer o significado do aparecimento do cinema como uma nova linguagem artística.
Reconhecer na ação de Charles Chaplin a afirmação da mímica sobre a palavra e a criação de um ícone do cinema: o vagabundo e a crítica social.
Relacionar o recuo da morte e do aumento da qualidade de vida com os avanços tecnológicos e
da medicina, com a higiene e com uma maior preocupação com a ocupação de tempos livres.
Reconhecer o Fauvismo, o Expressionismo e o Dadaísmo como movimentos de criação artística e de provocação.
Identificar caminhos da abstração formal: Cubismo, Futurismo e movimentos subsequentes, explicando de que modo a arte abstrata pode ser democrática: Arte Informal, Abstração Geométrica e Expressionismo
Abstrato.
Analisar o período entre guerras: da Arte Degenerada à arte oficial dos regimes totalitários.
Explicar o regresso ao mundo visível: realismo figurativo, realismo crítico, assemblage e arte expressiva.
Relacionar arte e função: a arquitetura e o design, ressaltando a importância das novas técnicas.
Contextualizar os rumos seguidos pelas expressões artísticas portuguesas até aos anos 1960: pintura, escultura e arquitetura.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Avaliar o impacto das transformações geopolíticas e culturais do mundo contemporâneo na construção de novas identidades.
Analisar as atividades humanas reguladas pela tecnologia, pela publicidade, pelo consumo e pela omnipresença dos modismos e do efémero, contextualizando-as nos fenómenos da globalização do mundo contemporâneo.
Compreender as telecomunicações, nomeadamente a Internet, como meios de massificação, divulgação e receção do conhecimento.
Reconhecer a importância da arte enquanto processo, analisando a utilização da publicidade e da vida quotidiana como meios de expressão, e contextualizando a Pop Art como um movimento iconoclasta.
Reconhecer na Op Art e na Arte Cinética a expressão e materialização dos movimentos, gestos e objetos do quotidiano.
Compreender a Arte Acontecimento: da action painting ao happening e à performance. Distinguir alguns polos da criação contemporânea, como a Minimal Art, a Arte Conceptual e o Hiper Realismo.
Identificar algumas vias de expressão da arte portuguesa contemporânea.
Analisar as vivências do aluno na sociedade atual, elaborando a sua história de vida, enquanto ser crítico, agente criativo e cidadão participativo
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Grelhas de observação:
1. Intervenções orais e escritas
- Participação ativa, atenta e pertinente
- Aplicação e utilização correta dos conceitos e vocabulário
2. Apresentações:
- Interpretar documentos
- Identificar e analisar conteúdos temáticos
- Comunicar e compreender os sistemas simbólicos das diferentes linguagens artísticas
3. Comportamento e atitudes:
- Assiduidade e pontualidade
- Autonomia e responsabilidade
- Cooperação e participação construtiva
-Motivação e empenho nas atividades.

(Transversais a todos os módulos)
Comunicação em História: narrativa histórica30% Compreender a existência de grandes ruturas culturais e estéticas dos séculos XX e XXI, como ponto de partida para a própria abordagem da disciplina.
Reconhecer casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Compreender a diversidade dos modos de expressão artística das diferentes culturas e o seu papel na construção da(s) identidade(s) cultural(ais).

Avaliar o significado do Tratado de Utrecht para a nova geografia e conjuntura histórica e cultural da Europa.
Compreender o papel de Luís XIV na construção do cerimonial da Corte de Versalhes, enquanto expressão da hegemonia da França, exercício do poder autocrático do rei e modelo para a Europa da Corte.
Reconhecer os muitos palcos da cultura europeia: Corte, Igreja, Academia, Teatro, Ópera e espetáculos efémeros.
Compreender que o Barroco deve ser entendido mais como um gosto do que como um estilo, sublinhando a forma como utilizava a sedução dos sentidos e a teatralidade.
Identificar características da arquitetura e da escultura barrocas, ressaltando, na escultura, o dinamismo, a abertura da composição e a exacerbação do expressionismo.
Relacionar a construção do Real Edifício de Mafra, expoente da arquitetura barroca, com a materialização da noção do poder régio absoluto
Avaliar a importância da luz na pintura barroca, assim como outros aspetos que a caracterizam.
Caracterizar o Barroco em Portugal e em Espanha, designadamente nos domínios portugueses e espanhóis, analisando o papel da aculturação e da miscigenação e os contributos do Brasil.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Analisar o contributo cultural e artístico do ambiente de salão, ressaltando o papel dinamizador da mulher culta.
Distinguir a importância dos filósofos iluministas enquanto influenciadores do pensamento e da ação, a partir da biografia de Jean Jacques Rousseau, bem como as repercussões políticas e educativas da sua obra.
Reconhecer o impacto da Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão e os novos valores de liberdade, igualdade e fraternidade.
Explicar de que modo se impôs a estética do Iluminismo.
Reconhecer o papel que o Rococó, marcado pela tolerância, irreverência e intimidade, teve no processo de desestruturação do Barroco.
Analisar o projeto de reconstrução da Baixa Pombalina, enquanto expoente do racionalismo iluminista na organização do espaço urbano.
Reconhecer no Neoclassicismo o triunfo das conceções iluministas e um desejo de «regresso à ordem» clássica, expresso em princípios de moderação, equilíbrio e idealismo, identificando alguns contributos do Neoclassicismo em Portugal.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Analisar o contributo do ferro e do progresso técnico e tecnológico, associados à Revolução Industrial e à Revolução dos Transportes, para as transformações sociais e culturais.
Compreender a obra do engenheiro Gustave Eiffel e o seu significado na transformação da arquitetura deste período.
Reconhecer a Gare como local simbólico da cidade oitocentista, dinamizador do espaço urbano e ponto de confluência de gentes e ideias.
Compreender o recuo dos saberes tradicionais neste contexto de progresso técnico, a apologia da máquina e o desenvolvimento das indústrias.
Compreender, nesta conjuntura de rutura, a sedução que o passado mitificado da Idade Média exerceu sobre os românticos, conduzindo ao aparecimento das arquiteturas revivalistas.
Localizar as origens do Romantismo: França, Alemanha e Inglaterra.
Analisar a pintura romântica – o triunfo das emoções e, da exaltação do «eu» à «arte pela arte» – explicando a sua evolução em Portugal.
Contextualizar o Realismo e o Impressionismo, relacionando-os com uma recusa do Romantismo e com novas formas de apropriação do real, influenciadas, entre outras realidades, pelo advento da fotografia.
Identificar especificidades da pintura e da escultura em Portugal no século XIX. Compreender a rutura com o passado provocada pela arquitetura do ferro e pela Arte Nova, ressaltando as principais características de ambas e reconhecendo a importância dessas expressões em Portugal.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Avaliar os impactos das influências mútuas entre a Europa e a América do Norte, reconhecendo os primeiros anos do século XX como tempos de grandes ruturas políticas, económicas, sociais, culturais e artísticas.
Reconhecer o significado do aparecimento do cinema como uma nova linguagem artística.
Reconhecer na ação de Charles Chaplin a afirmação da mímica sobre a palavra e a criação de um ícone do cinema: o vagabundo e a crítica social.
Relacionar o recuo da morte e do aumento da qualidade de vida com os avanços tecnológicos e
da medicina, com a higiene e com uma maior preocupação com a ocupação de tempos livres.
Reconhecer o Fauvismo, o Expressionismo e o Dadaísmo como movimentos de criação artística e de provocação.
Identificar caminhos da abstração formal: Cubismo, Futurismo e movimentos subsequentes, explicando de que modo a arte abstrata pode ser democrática: Arte Informal, Abstração Geométrica e Expressionismo
Abstrato.
Analisar o período entre guerras: da Arte Degenerada à arte oficial dos regimes totalitários.
Explicar o regresso ao mundo visível: realismo figurativo, realismo crítico, assemblage e arte expressiva.
Relacionar arte e função: a arquitetura e o design, ressaltando a importância das novas técnicas.
Contextualizar os rumos seguidos pelas expressões artísticas portuguesas até aos anos 1960: pintura, escultura e arquitetura.
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Avaliar o impacto das transformações geopolíticas e culturais do mundo contemporâneo na construção de novas identidades.
Analisar as atividades humanas reguladas pela tecnologia, pela publicidade, pelo consumo e pela omnipresença dos modismos e do efémero, contextualizando-as nos fenómenos da globalização do mundo contemporâneo.
Compreender as telecomunicações, nomeadamente a Internet, como meios de massificação, divulgação e receção do conhecimento.
Reconhecer a importância da arte enquanto processo, analisando a utilização da publicidade e da vida quotidiana como meios de expressão, e contextualizando a Pop Art como um movimento iconoclasta.
Reconhecer na Op Art e na Arte Cinética a expressão e materialização dos movimentos, gestos e objetos do quotidiano.
Compreender a Arte Acontecimento: da action painting ao happening e à performance. Distinguir alguns polos da criação contemporânea, como a Minimal Art, a Arte Conceptual e o Hiper Realismo.
Identificar algumas vias de expressão da arte portuguesa contemporânea.
Analisar as vivências do aluno na sociedade atual, elaborando a sua história de vida, enquanto ser crítico, agente criativo e cidadão participativo
Avaliar os casos práticos como produtos e agentes do processo histórico-cultural em que se enquadram.
Grelhas de observação:
1. Intervenções orais e escritas
- Participação ativa, atenta e pertinente
- Aplicação e utilização correta dos conceitos e vocabulário
2. Apresentações:
- Interpretar documentos
- Identificar e analisar conteúdos temáticos
- Comunicar e compreender os sistemas simbólicos das diferentes linguagens artísticas
3. Comportamento e atitudes:
- Assiduidade e pontualidade
- Autonomia e responsabilidade
- Cooperação e participação construtiva
-Motivação e empenho nas atividades.

(Transversais a todos os módulos)
Atitudes10% Colabora sempre e coopera com espírito de partilha e entreajuda.
Revela sempre muito empenho, responsabilidade e autonomia.
Autorregula de forma eficaz aprendizagens e atitudes.
Grelhas de observação:
1. Intervenções orais e escritas
- Participação ativa, atenta e pertinente
- Aplicação e utilização correta dos conceitos e vocabulário
2. Apresentações:
- Interpretar documentos
- Identificar e analisar conteúdos temáticos
- Comunicar e compreender os sistemas simbólicos das diferentes linguagens artísticas
3. Comportamento e atitudes:
- Assiduidade e pontualidade
- Autonomia e responsabilidade
- Cooperação e participação construtiva
-Motivação e empenho nas atividades.

(Transversais a todos os módulos)